sexta-feira, janeiro 29, 2010

2012 ou Cartões de Crédito?

Feliz Ano novo! Acabei de festejar a passagem de ano recentemente e estou num estado de ressaca bastante propicio a escrever no nosso belo blog. Vivemos num mundo inóspito onde se torna imperativo ser perfeito ao que respondo, quando me questionam se vejo bem, que estou sem net. Cada vez mais a fantasia domina o nosso dia-a-dia, transformando-nos num povo caótico e totalmente aleatório sem rumo nem consciência global de harmonia e irmandade mas não faz mal porque temos sempre um MacDonalds quentinho para ir comer um cheese caso nos dê a larica. Isto agora com o taiti todo fodido é só cotas a olharem para a televisão como se tivessem a ver o ultimo furor do Steven Spielberg a dizer "Coitadinhos" como se não fosse mesmo realidade e as pessoas não tivessem a passar mesmo fome mas vá lá, lá mandam umas embalagens de arroz porque naqueles lados também só se come arroz e faz bem. O meu adjunto agora tem a mania que é design ou o caralho então já não sabe o abecedário, já não é capaz de juntar quatro palavrinhas e dizer uma merda com jeito mas vá lá, pelo menos ainda não se curtou com um x-acto a fazer uma maquete para as aulas daquele buraco de esgoto a que ele chama escola. Caricias fofurentas para os leitores que nos acompanham obcecadamente, por favor parem de mandar tantas cartas.

quinta-feira, fevereiro 02, 2006

Tu ficas com a preta e eu com a vermelha?

Passo a citar: “Se estivesse sol, não estaria tão frio”.
Cada vez mais a realidade onde vivo me empurra para um espaço só meu, um universo complexo onde o mais ousado é rei, mas depois lá vem a professora de matemática com as teorias de que eu tenho solução e que já vou duas páginas de exercícios em atraso em comparação á turma.
Bom São João. Sem dúvida que este ano o nosso Presidente da Câmara se esmerou, não só encheu as Caldas de uns flocos frios (desconfortáveis ao serem lançados á tromba) como também com a ajuda de Cavaco Silva, mergulhou este nosso Portugal (powered by Espanha) num verdadeiro manto branco, extremamente homossexual. Logo nisto, podemos concluir que o PSD não está na moda, o branco não está lá, um cor-de-rosinha ainda vá que não vá…
Contudo, visto eu ter acabado as comemorações da passagem de ano há cerca de um dia, não estou a par de tudo o que me rodeia, algo que toda a vida me passou ao lado salvo seja, mas não vou deixar de prestar um pouco do meu apoio a Mário Soares: Essas bochechinhas estão cada vez mais rosadas.
Outra coisa que me enerva e intriga, é estar a espera da minha tosta na nossa discoteca preferida (que já me roubou a reforma provavelmente) e estar um indivíduo homossexual (o Serginho ou caralho que o foda mais esses nomes da merda) no fim da fila a dizer coisas como: “Ai! Mas que merda de bixa!”. Portanto, nem sei como comentar isto.
Vistas as coisas na minha perspectiva, é tudo preto no branco, mas quando entram Chineses ao barulho, aí pára, e se o assunto se tratar de homens de leste e envolvam carrinhos de bebés, então ala que se faz tarde.
Carícias graciosas.

terça-feira, janeiro 31, 2006

Sexo intenso ou Jogos antigos?

Muitos dos meus amigos - conhecidos, será a expressão mais correcta - não compreendem a dor de ser canhoto. Pois é, com certeza o estimado (mas não inteligente) leitor nunca terá parado um minuto para pensar neste caso, que afecta milhões de indivíduos ao redor deste pequeno, porém não literalmente quadrado, mundo. Diariamente transeuntes são apedrejados e seguidos por multidões de ancinho e tochas incandescentes na mão a gritar “Morte ao canhoto, morte ao canhoto” perante florestas e riachos. Na sociedade actual, ao contrário do que se pensa, não são os mais fortes que sobrevivem. É a maioria. E como a maior parte das pessoas são pouco inteligentes (ou, para ser mais simpático, burras como o caralho) receiam e chegam mesmo a odiar seres superiores tanto intelectual como fisicamente. Num planeta onde a droga é consumida cada vez mais e mais por policias que a apreendem, vê-se pitas a escrever “ler? ixO eh pa crOmox” no Hi5 e Zorbas (é de sonho!) a utilizarem expressões ridículas (que não lembram nem ao Nosso Senhor, Jesus Cristo) enquanto mostram fotos em tronco nu e é tão provável concluir a incessante procura pela alma gémea de cada um tal como a probabilidade da inesperada neve que caiu este fim-de-semana passado na nossa pacata cidade, Caldas da Rainha, que me fez acordar de alvoroço no domingo de manhã (ressacado, como o caralho) e mandar com a puta que a pariu a minha irmã ao berrar “Francisco, Francisco, vem ver isto rápido”, pensando que ela tinha uma aranha ou qualquer animal semelhante (com muitas patas e bem pequeno e inofensivo) no quarto. Relendo calmamente a frase anterior, reparei que é de difícil leitura e provavelmente não faz sentido nenhum. Porém, decidi não dizer nada e deixar o tão ingénuo leitor na dúvida da sua inteligência, concluindo que (e passo a citar o meu cérebro): “Ser canhoto é mesmo fodido”. Beijinhos fofos ou, como dizem os Holandeses quando vão a Itália, baci.

domingo, dezembro 04, 2005

Mundus ou Sagres?

Como primeiro ponto a ser tratado nesta tese, gostaria de afirmar um dado importante: nunca confundir "espuminha" por "espuvinha", sendo este último um termo bastante usado por umas criaturas que aparecem na praça popstar das Caldas da Rainha, sempre agarradas a vinho branco.
Mas qual é o problema da TVI ? Por que raio é que todas as novelas desta última geração levam sempre por tabela nomes de músicas portuguesas, assim daqueles de" ir ao pacote" (mais um termo daqueles bichos sedentos de sangue que assombram as garrafeiras caldenses). Bem eu não vou descutir mais este assunto quando tenho pendente o meu rescaldo da ida aos Estados Unidos da América. É uma merda. Sendo eu amigo da pinga alheia e de outras coisas que felizmente não me saem do bolso, contando que as 2 da manhã a noite acaba naquela terra, logo aí, uma nação entra em colapso... Mas tirando de parte o facto da diversão inexistente, consegui captar umas informações importantes: sendo os EUA um país de trabalho e os seus habitantes viciados no mesmo, ora facto não é de espantar em Nova York, estes, digam-se americanos, não passarem de espectros a cambalear por entre aquelas ruas.
Continuando com esta derradeira luta contra as teclas para tentar criar um texto constructivo sem deixar que a ressaca o torne num monte de ideias esquizofrénicas, gostaria de convidar (no sentido poético da palavra) aqueles que ainda não viram, uma boa produção portuguesa, "O Crime do Padre Amáro". Tirando se calhar de parte uns aspectos da realização, em que cenas em que a história está a ser desenvolvida, esta é cortada sem dó nem piedade por uma cena de sexo, trata-se de um filme de qualidade português, com bons actores deste velho país.

Beijocas.

terça-feira, novembro 29, 2005

Instituto Politécnico de Leiria ou Clássicos dos anos 50 e 60?

Acordo ao ser banhado por um forte raio de sol e levanto-me oscilando por entre a inércia que me atordoa e o devaneio acerca de batatas fritas com molho que tive. Ai, aquele molho cor-de-rosa, uma imensidão de sabor entrelaçado com a descoberta de novos sentimentos referentes ao achado carnal interior ou mesmo o clérigo pudico e nervoso que está dentro de cada um nós a todo o instante. Dirijo-me à porta numa eterna graciosidade e, num passo de ballet, tropeço no tapete, escorregando e batendo com os cornos no chão. Infinitas teorias se agregaram ao meu pensamento nesse preciso e impar momento. Porque razão a democracia actual não funciona, sendo a nossa nação um espaço inóspito e adverso? Será que alguma vez os espaços verdes, já tão poucos, iram desaparecer tornando-se o nosso planeta inabitável? Contudo, apenas consegui soltar um breve, porém forte, “FODASSE” seguido de um “C’um caralho!” atrapalhado e talvez mesmo até um pouco peculiar. Abri a porta vagarosamente e dirigi-me à casa de banho. Segurei a escova de dentes ao não conseguir deixar de reparar o meu reflexo no espelho. Jubilei ao perceber o quão sublime sou. É estranho pensar em tanta incorrecção existente neste globo quando nós (leia-se “Os perfeitos”) somos contemplados com um discernimento colossal, uma alento imaculado e um físico digno. Além do meu descomunal falo, qualquer indivíduo que me conheça sabe que é impraticável ter comigo uma interlocução não baseada em alguma eventualidade cultural ou científica. Apesar de tudo não consigo deixar de repartir com vocês o conhecimento passado a mim pelo meu caro e respeitado ensinador de Física: “Vocês comigo não embicam” e “Estou confrangido!”.

Boa vida.

quinta-feira, novembro 10, 2005

Resumindo e concluindo..?

Deparando-me com certas e determinadas situções que explicitamente vão contra os valores e merdas pelas quais me rejo, agarro no meu apito, estendo a mão e digo: -" Basta!".
Caindo no erro de chamar ao meu sócio Francisco, de Pedro Abrunhosa, iniciei uma jornada mental tendo como príncipio básico, e sempre como valor fundamental, o facto de que merda gera merda, o que na eventualidade da realidade em questão, irá criar um valente cagalhão que passeará na mente de todos nós (leia-se minha e do cona do Francisco).
Para a semana, irei apreciar um pouco o gostinho megalomaníaco e aquela cultura inculturar dos EUA. Irei cheirar aquela bela poluição sonora e ver os latidos gélidos da pobreza que bate a porta de quem não tem tv por cabo. Bela merda de país que berlaitadas tantas, deu-me para ir visitar... Mas apesar da população mundial se ter rendindo às vozes da MTV e filmes da Marvel, ainda há aqueles que resistem, confundindo-se entre a agora nova moda raggae... Contudo, podemos sempre agradecer a bomba atómica, que dá um jeito do caralho.
Mas enfim, nem tudo é mau e a conversa torna-se numa roda-viva de ideais e teorias, que com o tempo, iram deixar de ser importantes, mas enfim, com tanto tempo livre, há que arranjar lixo para deitar ao ar.

Estas linhas ilusórias, são para o gato que tendo uma cidade inteira para difamar com o seu mijo, escolheu o meu tapete de entrada.
(PS: Volto te a ver, corto te a picha seu animal do caralho!)

domingo, novembro 06, 2005

Rolha de tinto ou modem a 56k?

Entrei e subi aquela escadaria que dava à tua casa. Penetrei os teus aposentos e meus olhos encheram-se de alegria apenas por te ver. O teu quarto forrado de memórias e recordações. E foi então que algo me atingiu. Uma ideia acerca de algo fascinante. Os amendoins. Ai, frutos secos deliciosos que normalmente contêm duas sementes, podendo ter três ou apenas uma. O modo como são cultivados com o carinho e amor de mulheres vestidas de trapos, com maridos que se recusam a trabalhar para ir jogar dominó numa esplanada de café. Cumprimentei-te e abriste a gaveta posterior da secretária do teu computador para retirar de lá dentro algo que eu achei que fosse cartão para filtros. Entregaste-mo e li “Jack Johnson”. Obviamente fiquei sem palavras. Pensei em mil e uma frases diferente que pudesse dizer mas nada parecia gratificante o suficiente. Foi então que clamei: “Sabias que o sabor do esperma pode ser melhorado comendo frutas tal como a manga? Li num site”. Levantaste o sobrolho mas nada disseste. Sentamo-nos à frente do teclado e discutimos pela noite fora o traseiro de inúmeras raparigas e o peito avantajado que fulana X rapidamente desenvolveu. Dizem, os mitos urbanos, que o frango contém hormonas que fazem crescer o peito das cachopas. Isso explica bastantes coisas, tal como o sucesso do “João dos Frangos” e o “Xaneca” (entre outros).
Ah, que momentos tão bons.

A ti, Nolascozinho. Espero que estejas melhor da tua ressaca e que nunca mais vás parar ao hospital por causa de algo relativo a álcool.